sábado, 4 de dezembro de 2010

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É incrível o poder de erro dessa garota, o “pequeno” defeito de não conseguir deixar o passado apenas nas lembras, nas boas ou nas ruins, tanto faz, mas esquecê-lo de vez, o defeito de achar que sempre está certa, e apenas por um erro dela viu o medo de perde-lo ser tornar real.
Não sei como, mas cumpriu sua promessa, se manteve forte, apenas por fora, por dentro era como se alguém tivesse quebrado um vidro no chão, e em pedaços ele sentisse dor, medo de não se recompor, querendo dizer algo e não saindo nada de sua boca, assim há vi quando ele disse que queria ir embora e apenas há escutei dizendo pra ele ficar, ir embora não seria o melhor, pra ambos.
Agora, de cabeça fria, coração ainda apertado e ninguém por perto consigo vê-la com lágrimas, falas ainda embaralhadas e a penas a vontade de escrever, mas nem ela mesma sabe o que ... e tudo que vejo em seu olhar é um pedido de desculpas, dor, erro, medo, mesmo o tendo em seus braços mais uma vez.


" eu amo quando os meus braços te envolvem em um abraço, e posso te ter perto de mim, e em voz baixa dizer que te amo "

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