terça-feira, 21 de dezembro de 2010

bons dias


Lá se foram 4 anos numa mesma escola, com algumas mesmas pessoas, algumas amizades que levarei pro resto da vida, outras que sentirei falta e muitas outras das quais hoje nem sei mais quem são, mas é sempre assim, salas diferentes, pessoas diferentes e até mesmo alguns professores diferentes !
Me lembrarei daquele meu primeiro ano, sem conhecer ninguém, com medo de tudo e de todos, me lembrarei daquela formatura de oitava série que passei rindo do lado de fora da igreja, me lembrarei dos professores turrões e dos mais gente boa, dos conselhos amorosos de uma professora, da linda da vice diretora e da amável coordenadora, das notas horríveis e de algumas melhores, daquele sufoco nos fins de ano pra ter a certeza que iria passar, das farras nas salas, das vezes em que ia pra diretoria, das gargalhadas, de tudo, sem me arrepende de nada – ou quase nada – e guardarei tudo, agradecendo todos os dias por ter vivido tudo que vivi, ter conhecido quem conheci.

Hoje, depois de um baile de formatura, de várias bebidas, abraços de adeus ou até logo, vejo o quanto fui feliz, e o quanto vou sentir falta de tudo.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

em teus braços


Não sou a única a gostar de noites frias e estreladas, muito menos a de rotular algumas como as melhores, mas tenho a certeza que fui a única que esperei por uma noite assim, para ficar entre os teus braços e te escutar dizer que me quer pra sempre ali.
O curioso e o gostoso as vezes é voltar ao passado e como um filme, me ver te olhando sorrir e abrir um sorriso junto ao teu, tentando lhe dizer exatamente o que me diz e ver que toda essa minha espera por noites frias e geladas não demorou tanto assim pra chegar, afinal, se é pra ser feliz em teus braços, toda espera foi bem vinda.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

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Os dias começam, terminam e apenas um pensamento toma conta de mim, como se nada mais me importasse, como se eu tivesse deixado tudo de lado, eu só consigo imaginar como vai ser, sentir aquele frio na barriga de ansiedade. É como se a estrela que eu sempre tentei alcançar achando impossível estivesse cada vez mais próxima das minhas mãos e só depende de mim mesma agarrá-la junto a mim e não deixá-la escapar.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Você me ensinou ...


Já fazia tempo que não acordava com você no pensamento, fazia tempo que não me pegava com um sorriso no rosto, o mesmo sorriso que abro quando lembro de nossos encontros, conversas, abraços, o mesmo quando estou contigo, quando vejo a vam cinza que tanto me dá sorte chegar ... estou com saudades, nunca lhe disse pessoalmente, mas queria te ter por perto todos os dias, queria poder passar horas conversando contigo, dizendo coisas banais, vendo você rir de mim, contado histórias das quais só você precisa escutar, e ouvir você me dizendo coisas das quais você esconde de todos, te admirar sem saber que alguém irá me pedir pra sair porque você precisa ir embora, precisa me deixar, me deixar com o sorriso no rosto mas me vendo ir embora com uma dor real nos olhos !
Talvez isso não passe de sonhos, mas você mesmo me ensinou que sonhos são pra se realizar, que por mais que demore, eles acontecem, que nos fazem sentir felizes, confiantes e seguros pra sonhar novos sonhos, então quem sabe, esses meus sonhos, não se tornam reais e você me ajuda a construir novos sonhos.

sábado, 4 de dezembro de 2010

...


É incrível o poder de erro dessa garota, o “pequeno” defeito de não conseguir deixar o passado apenas nas lembras, nas boas ou nas ruins, tanto faz, mas esquecê-lo de vez, o defeito de achar que sempre está certa, e apenas por um erro dela viu o medo de perde-lo ser tornar real.
Não sei como, mas cumpriu sua promessa, se manteve forte, apenas por fora, por dentro era como se alguém tivesse quebrado um vidro no chão, e em pedaços ele sentisse dor, medo de não se recompor, querendo dizer algo e não saindo nada de sua boca, assim há vi quando ele disse que queria ir embora e apenas há escutei dizendo pra ele ficar, ir embora não seria o melhor, pra ambos.
Agora, de cabeça fria, coração ainda apertado e ninguém por perto consigo vê-la com lágrimas, falas ainda embaralhadas e a penas a vontade de escrever, mas nem ela mesma sabe o que ... e tudo que vejo em seu olhar é um pedido de desculpas, dor, erro, medo, mesmo o tendo em seus braços mais uma vez.


" eu amo quando os meus braços te envolvem em um abraço, e posso te ter perto de mim, e em voz baixa dizer que te amo "